sexta-feira, 1 de julho de 2011

Imperdível!!!

 RICHARD SIMONETTI


Expositor e escritor espírita, residente em Bauru, no estado de São Paulo, trabalhador do Centro Espírita Amor e Caridade – CEAC, colabora assiduamente com jornais e revistas espíritas, tais como Reformador, Revista Internacional de Espiritismo e Folha Espírita, tem 50 obras publicadas e é membro da Academia Bauruense de Letras.


DIA 13 DE AGOSTO ÀS 20:00HORAS
CENTRO ESPÍRITA CAPITÃO VENDRAMINI (ARCA DE NOÉ)

 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Palestra Angelina Sales

Palestra com Angelina Sales, médium psicógrafa, integrante do Centro Espírita Fraternidade e Amor de Belo Horizonte – MG, e autora do livro “Quilombo – Calabouço de Almas”, ocorrida no dia 05 de junho de 2011




sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mensagem enviada pelo nosso amigo Orson Peter Carrara


Meus amigos


Já está disponível no youtube a entrevista completa com AMERICO SUCENA
sobre a temática DIÁLOGO COM OS ESPÍRITOS.

São 3 partes.
Basta pesquisar
DIÁLOGO COM OS ESPÍRITOS - ENTREVISTA COM AMÉRICO SUCENA - parte 1, 2 e 3

Os clips podem ser baixados para exibição nos grupos de estudos e mediúnicos.
No total são 30 minutos de ótima informação para a temática do diálogo com espíritos
em reuniões de atendimento a espíritos em dificuldade.
Toda a experiência do entrevistado, com dicas, técnicas e casos comoventes de sua própria
vivência oferecem subsídios excelentes para estudos e debates.

Divulguem e não percam a oportunidade de um belo material em mãos para estudos.
Divulguem em seus contatos

Sugiro inclusive colocarem em sites e blogs pela importância do material disponível.

Orson Peter Carrara

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mensagem enviada pelo nosso amigo Orson Peter Carrara

Pelo correio da mediunidade – Orson Peter Carrara

            Já são conhecidos, ao longo do tempo, os benefícios da mediunidade em prol da humanidade.  Inicialmente disciplinada e orientada pela Doutrina Espírita – especialmente pelas lúcidas instruções contidas em O Livro dos Médiuns, que em 2011 alcança seus 150 anos de publicação – e depois pelas bênçãos das psicografias consoladoras em cartas daqueles que partiram antes aos amores que ficaram nas saudades da ausência física.
            Chico Xavier, exemplar medianeiro, psicografou milhares de cartas consoladoras. Muitas delas se transformaram em livros, o que também ocorre com Divaldo e outros médiuns comprometidos com o bem preconizado pelo Espiritismo. O fato real é mesmo que, seja no conforto moral ou nas instruções doutrinárias, o correio da mediunidade se traduz em extraordinário instrumento ou ponte entre o mundo dos espíritos e aquele em que nos situamos, dos encarnados, de imensos desafios gradativos de aperfeiçoamento. Instrumento que educa, ensina, orienta, conforta, explica e aproxima. Basta pensar e ampliar o assunto nos socorros prestados a espíritos dementados ou desequilibrados, sofredores de toda ordem e atendidos pelos benefícios das chamadas reuniões mediúnicas e de desobsessão, como conhecidas. Quantos dramas expostos e atendidos? Impossível mensurar. Todavia, simultaneamente, quanto aprendizado aos participantes encarnados?
            É mesmo um imenso caminho de bênçãos e aprendizados pela mediunidade.
            Há que se considerar, entretanto, a responsabilidade envolvida e a necessidade permanente de estudo e disciplina com a questão. A obra sesquicentenária, mais do que nunca, precisa ser divulgada, estuda, conhecida, para evitar-se os desvirtuamentos próprios e sempre decorrentes da falta de estudo e orientação trazida pelos códigos doutrinários.
            Como empenhar-se em tarefa de tal gravidade sem conhecimento e perseverança? É o desafio a que somos chamados, como pesquisadores, estudiosos, médiuns, dirigentes, palestrantes, escritores e mesmo na condição comum de adeptos do Espiritismo que solicita estudemos seu conteúdo para não cairmos no fanatismo e no misticismo, tão prejudiciais e incoerentes com a salutar prática e vivência do Espiritismo.
            Mas nosso objetivo maior na presente abordagem é mesmo destacar o aspecto consolador da mediunidade.  Para isso busco o livro Maior que a vida, da Lucy Dias Ramos, de edição da Federação Espírita Brasileira. Lucy é conhecida articulista espírita e autora com vários livros publicados e radicada em Juiz de Fora-MG. Lucy viveu a experiência da desencarnação muito próxima do marido e da filha mais velha.
            No capítulo 26 da citada obra a autora, como em toda obra, traduz seus sentimentos com relação à chamada “perda familiar” que o Espiritismo explicou com racionalidade sobre temporalidade da questão da separação de entes-queridos. Mas Lucy abre seu coração ao leitor com considerações muito confortadoras para todos os casos de separação que se verificam todos os dias no planeta, face à nossa condição de seres imortais habitando corpos perecíveis...
            Nesse propósito ela inclui no livro a psicografia de sua filha Sandra, transmitida à médium Suely Caldas Schubert em agosto de 2009. O espírito dirige-se ao marido, aos filhos e demais familiares, à própria mãe e aos amigos mais próximos com o perfil próprio da serenidade e do conhecimento que se depara com a realidade palpável da imortalidade, condição de todos nós, os filhos de Deus. Em determinado trecho, destaca: “(...) vocês é que estão viajando, eu regressei da viagem, estou de volta ao Lar (...)” . Interessante observação essa a merecer nossa reflexão diante da morte. E afirma depois: “(...) Os laços afetivos são indissolúveis e hoje tenho nova dimensão dos sentimentos nobres, dos valores que já procurava cultivar, mas que agora são a motivação maior de minha vida, porque não preciso mais manter as preocupações da vida física, com suas dificuldades, bloqueios, falta de tempo, enfim, uma série de situações que nos tiram do foco central de nossa vida de Espíritos imortais (...)”.
            Quase concluindo, dirige-se ao marido: “(...) Carlos, estou a seu lado sempre que posso. Seu amor e dedicação iluminaram minha vida. (...)”; depois também aos filhos e diz aos irmãos: “(...) que saudades! Nosso querido pai os acompanha e ajuda-os a viver a vida, como aos netos e toda a família (...)”.
            E tudo isso pelo correio da mediunidade, sublime instrumento de intercâmbio entre os afetos que não se esquecem. Notável mecanismo de educação e orientação para a humanidade. Como desconhecê-la ou desprezá-la? Não! É preciso mesmo estudar para entender seus mecanismos e uso coerente que traz bênçãos como essa, tão comum entre os seres que se amam...    
            Referida abordagem surgiu-me ao encontrar o comentário sobre o livro, produzido pelo amigo Rogério Coelho, de Muriaé-MG, e publicado no boletim LUZ NO CAMINHO, da Sociedade Muriaeense de Estudos Espíritas, nr. 163, de janeiro de 2011. 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aniversariantes - Fevereiro

COMUNICADO URGENTE

Alterada palestra do irmão Richard Simonetti.
Por motivos de força maior ele não poderá comparecer e o irmão Sidney Francez Fernandes fará palestra em seu lugar.
Estamos em contato com Richard Simonetti para agendarmos sua visita em Agosto ainda deste ano.

Atenciosamente,


Diretoria

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A inveja - Orson Peter Carrara

A inveja 

Orson Peter Carrara

            A inveja é a arma dos fracos. Matriz de inúmeros males, mentora de muitas desordens, alicerce de incontáveis desventuras. Discreta, incomodamente, tem sido deixada à margem pelos expositores das verdades evangélicas em todas as crenças. Sutil como é, passa despercebida, embora maliciosa, comparável a vapor deletério que intoxica todo aquele que lhe padece a presença, espalhando miasma em derredor.
          Hábil, consegue travestir-se de ciúme exacerbado, quando não o faz como arrogância vingadora ou aparenta na condição de humildade, sempre perniciosa, ou se disfarça como orgulho prepotente.
          A inveja, além dos males psíquicos que produz, em razão dos pensamentos negativos que dirige contra outrem, proporciona, simultaneamente, graves prejuízos morais àquele que dela se empesta.
          A inveja é capaz de caluniar, investindo contra uma vida com uma frase dúbia, na qual consegue infamar o mais puro caráter. Soez, transmuda palavras e infiltra doestos perniciosos; vê o que lhe apraz e realize conforme lhe parece lucrar.
          Consequentemente, o invejoso é um peso infeliz na comunidade humana, porque débil moral; adapta-se, amolda-se, é venenoso na bajulação e terrível na agressividade...
          A arma do invejoso é o ódio desenfreado, mortífero. Na impossibilidade de valorizar o trabalho que alguém faz, procura inspirar em muitos o despeito e a mágoa, a raiva e a imponderação, e palavra ácida e a acusação mordaz, a fim de realizar-me e afligir.
            As lições da convivência, todavia, muito ensinam. Desprendimentos de uns, simplicidade de outros, confiança de muitos e não obstante a deficiência que há em cada um, sempre menor do que as minhas imensas mazelas da inveja, é preciso aprender a respeitar, porquanto o invejoso não considera ninguém, padecendo despeito de todos, a todos apedrejando, maldizendo...
          O exercício é para querer estimar, conseguir amizade e plantar no coração o que muitos chamam amor, mas que ao ególatra constitui um fardo pesado, tenebroso, difícil de carregar.
          Sim, o espírito invejoso odeia,  persegue, porque, tendo ciúme da felicidade alheia, corrói-se pela inveja da felicidade dos demais.
          Os que apresentam recalques entre os homens, os que cultivam complexos de inferioridade, no fundo são Espíritos invejosos, malévolos, insidiosos, infelizes, pois somente quem é desventurado se compraz na desventura alheia...
          Por isso o exercício é treinar a larguesa da generosidade, a difusão da gentileza, a ampliação dos horizontes imensos da caridade, porque as mãos que esparzem rosas sempre ficam impregnadas de perfume... Como é ditoso oferecer-se rosas, muito melhor seria tirar-lhes, também, os espinhos, como os cardos do caminho por onde transitam incautos pés.
          
Nota do autor: adaptado do texto A INVEJA, constante do livro Depoimentos Vivos, de Divaldo Pereira Franco, Ed. LEAL, com transcrições parciais.
Texto cedido pelo autor para divulgação