Ocorrida no dia 24 de agosto, com tema: Família, espaço de convivência
CENTRO ESPIRITA CAPITÃO VENDRAMINI (ARCA DE NOÉ) RUA DR. ERNESTO COELHO NETO, Nº 783 – JD. SANTA TEREZA –TRÊS CORAÇÕES – MG TELEFONE/FAX: (35) 3234-1762 E-MAIL:cevendramini@gmail.com Conta Corrente para doação: Banco do Brasil Ag.0012- 4 C/C 54290-3
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Em torno da prece
... A prece, qualquer que ela seja, é ação provocando a reação que lhe corresponde. Conformea sua natureza, paira na região em que foi emitida ou eleva-se mais, ou menos, recebendo a resposta imediata ou remota, segundo as finalidades a que se destina. Desejos banais encontram realização próxima na própria esfera em que surgem. Impulsos de expressão algo mais nobre são amparados pelas almas que se enobreceram. Ideais e petições de significação profunda na imortalidade remontam às alturas...
O mentor generoso fez pequeno intervalo, como a dar-nos tempo para refletir e acentuou:
- Cada prece, tanto quanto cada emissão de força, se caracteriza por determinado potencial de freqüência e todos estamos cercados por Inteligências capazes de sintonizar com o nosso apelo, à maneira de estações receptoras. Sabemos que a Humanidade Universal, nos infinitos mundos da grandeza cósmica, está constituída pelas criaturas de Deus, em diversas idades e posições... No Reino Espiritual, compete-nos considerar igualmente os princípios da herança. Cada consciência, à medida que se aperfeiçoa e se santifica, aprimora em si qualidades do Pai Celestial, harmonizando-se, gradativamente, com a Lei. Quanto mais elevada a percentagem dessas qualidades num espírito, mais amplo é o seu poder de cooperar na execução do Plano Divino, respondendo às solicitações da vida, em nome de Deus, que nos criou a todos para o Infinito Amor e para a Infinita Sabedoria...
Quebrando o silêncio que se fizera natural para a nossa reflexão, o irmão Hilário perguntou:
- Contudo, como interpretar o ensinamento, quando estivermos à frente de propósitos malignos? um homem que deseja cometer um crimes estará também no serviço da prece?
- Abstenhamo-nos de empregar a palavra "prece", quando se trate do desequilíbrio - aduziu Clarêncio, bondoso-, digamos "invocação".
E acrescentou:
- Quando alguém nutre o desejo de perpetrar uma falta está invocando forças inferiores e mobilizando recursos pelos quais se responsabilizará. Através dos impulsos infelizes de nossa alma, muitas vezes descemos às desvairadas vibrações da cólera ou do vício e, de semelhante posição, é fácil cairmos no enredado poço do crime, em cujas furnas nos ligamos, de imediato, a certas mentes estagnadas na ignorância, que se fazem instrumentos de nossas baixas idealizações ou das quais nos tornamos deploráveis joguetes na sombra. Todas as nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o mal. Por isso mesmo, a direção delas permanece afeta à nossa responsabilidade. Analisemos com cuidado a nossa escolha, em qualquer problema ou situação do caminho que nos é dado percorrer, porquanto o nosso pensamento voará, diante de nós, atraindo e formando a realização que nos propomos atingir e, em qualquer setor da existência, a vida responde, segundo a nossa solicitação. Seremos devedores dela pelo que houvermos recebido...
André Luiz
Médium> Francisco Cândido Xavier
Texto extraído do livro "ENTRE A TERRA E O CÉU" - Edição FEB
terça-feira, 17 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Marcus Alberto De Mário
Palestrante: Marcus Alberto De Mário, educador, escritor, diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral (IBEM), editor da Revista ReConstruir, Coordenador da Educação à Distância do IBEM, palestrante.
Tema: Família, espaço de convivência
Dia 24 de agosto, às 20 horas
Centro Espírita Capitão Vendramini
Escala - mês de Agosto
01/08 - Domingo - 19horas
Auxílios do Invisível - Ronan
Parábola dos lavradores maus - Gilberto
03/08 - Terça-feira - 20horas
Tudo em Deus - Paródia
Bondade - Maria Morais
08/08 - Domingo - 19horas
O Cristão e o Mundo - Laércio
Ignorância - Reíza
10/08 - Terça-feira - 20horas
Estima do Mundo - Nilton
Lei de igualdade - Maria Antônia
15/08 - Domingo - 19horas
A espada simbólica - Ronan
Retribuir o mal com o bem - Leandro
17/08 - Terça-feira - 20horas
Nem todos - Márcio
A lei e seus mandamentos - Gilberto
22/08 - Domingo - 19horas
Dar - Paródia
Personalidade - Catarina
24/08 - Terça-feira - 20horas
MARCUS ALBERTO DE MÁRIO - FAMÍLIA, ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA
29/08 - Domingo - 19horas
WANYR CACCIA - PALESTRA MUSICADA
31/08 - Terça-feira - 20horas
Acharemos sempre - Nilton
Moral - Maria Morais
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Aprendendo a nos amar
"Ele respondeu: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas". (Mateus, 22:37 a 40)
Em verdade, o exercício da aprendizagem do amor inicia-se pelo amor a si mesmo e, consequëntemente, pelo amor ao próximo, chegando ao final à plenitude do amor a Deus.
Esses elos de amor se prendem uns aos outros pelo sentimento de afeto desenvolvido e conquistado nas múltiplas experiências acumuladas no decorrer do tempo em que nossas almas estagiaram e aprenderam a conviver e melhorar.
Muitos de nós nos comportamos como se o amor não fosse um sentimento a ser aprendido e compreendido. Agimos como se ele estivesse inerte em nosso mundo íntimo, e passamos a viver na espera de alguém ou de alguma coisa que possa despertá-lo do dia para a noite.
Vale considerar que, quanto mais soubermos amar, mais teremos para dar; quanto maior o discernimento no amor, maior será a nossa habilidade para amar; quanto mais compartilhá-lo com os outros, mais ampliaremos nossa visão e compreensão a respeito dele.
Iniciamos a conquista do amor pleno pelos primeiros degraus da escada da evolução. No começo, nossas qualidades e valores íntimos se encontravam em estado embrionário e, ao longo das encarnações sucessivas, estruturaram-se entre as experiências do sentimento e as do raciocínio. Quando congelamos a concepção sobre o amor, passamos a enxergá-lo de forma romântica e simplista.
O amor a Deus e aos outros como a si mesmo é noção que se vai desenvolvendo pelas bênçãos do tempo. As belezas do Universo nos são reveladas à proporção que amamos; só assim nos tornamos capazes de percebê-las cada vez mais e em todos os lugares.
Disse Jesus que toda a lei e os profetas se acham contidos nestes dois mandamentos: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: Amarás o teu próximo como a ti mesmo".
Apenas damos ou recebemos aquilo que temos. Quem ainda não aprendeu a amar a si próprio não pode amar aos outros. Não peçamos amor antes de dá-lo a nós mesmos, pois o amor que tenho é o que dou e o que recebo.
À medida que aprendemos a nos amar, adquirimos uma lucidez que nos proporciona identificar nos conflitos um alerta de que estamos indo na direção contrária à nossa maneira de sentir e de pensar. Quanto mais aprendemos a nos amar, mais nos desvinculamos de coisas que não nos são saudáveis, a saber: pessoas, obrigações, crenças e tudo que possa nos invadir a individualidade e nos prostrar ou rebaixar. Muitos chamarão essa atitude de egoísmo, no entanto deveremos reconhecê-la como o ato de amar a si mesmo.
Quando nos colocarmos a serviço do amor verdadeiro, a auto-estima nascerá em nossa vida como valiosa aliada nas dificuldades existenciais.
Mensagem extraída do livro "Um modo de Entender - uma nova forma de viver"
Francisco do Espírito Santo Neto - ditado por Hammed
Programação mês de Junho
01/06
Aflições - Paródia
Aborrecer a própria vida - Morais
06/06
Levantemo-nos - Leandro
Caridade - Reíza
08/06
Testemunho - Márcio
Inspiração - Cigano
13/06
Jesus e os amigos - Laércio
A prece - Cláudio
15/06
Por que dormis - Paródia
Egoísmo - Morais
20/06
Velar com Jesus - Ronan
Equilíbrio - Leandro
22/06
O fracasso de Pedro - Nilton
Lei de adoração - Glauber
27/06
Ensejo ao bem - Leandro
O óbulo da viúva - Catarina
29/06
Na casa de César - Márcio
Parábola do administrador infiel - Cigano
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Controle universal do ensino dos Espíritos
CONTROLE UNIVERSAL DO ENSINO DOS ESPÍRITOS
O Espiritismo não tem nacionalidade, não faz parte de nenhum culto particular, nem é imposto por nenhuma classe social, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos de além-túmulo. Era preciso que fosse assim, para que ele pudesse conclamar todos os homens à fraternidade. Se não se mantivesse em terreno neutro, teria alimentado as dissensões, em vez de apaziguá-las.
Essa universalidade no ensino dos Espíritos faz a força do Espiritismo; aí reside também a causa de sua tão rápida propagação. Enquanto a palavra de um só homem, mesmo com o concurso da imprensa, levaria séculos para chegar ao conhecimento de todos, eis que milhares de vozes se fazem ouvir simultaneamente em todos os pontos da Terra, proclamando os mesmos princípios e transmitindo-os aos mais ignorantes, como aos mais sábios, a fim de que ninguém seja deserdado. É uma vantagem de que não havia gozado ainda nenhuma das doutrinas surgidas até hoje. Se o Espiritismo, portanto, é uma verdade, não teme o malquerer dos homens, nem as revoluções morais, nem as perturbações físicas do globo, porque nada disso pode atingir os Espíritos.
Não é essa, porém, a única vantagem que resulta da sua excepcional posição. O Espiritismo nela encontra poderosa garantia contra os cismas que pudessem ser suscitados, quer pela ambição de alguns, quer pelas contradições de certos Espíritos. Tais contradições, certamente, são um escolho, mas que traz consigo o remédio, ao lado do mal.
Fonte: O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Introdução, item 2, p. 26-27.
Retirado da Revista Reformador. Edição Março 2010.
Palestra Musicada proferida pelo Wanyr Caccia
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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